segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Paciência – A ciência da paz!




Eu estava meio sem assunto para postar aqui no blog esses dias e pedi ao meu marido para ele me dar alguma idéia e eu adorei a sugestão dele. Nos próximos pots vou falar sobre virtudes que eu sempre cito no blog e considero que ajudam muito as madrastas a viverem melhor: Paciência, tolerância, ponderação e boa vontade.

Vamos começar com a mais necessária de todas -Paciência!

Segundo o site Origem da palavra, “paciência” se origina de “Paz” que vem do Latim PAX, “paz”, de uma fonte Indo-Europeia PAK-.
“Paciência” vem do L. PATI, “agüentar, sofrer”, do Grego PATHE, “sentimento”. 

Paciência, popularmente conhecida como a ciência da paz é uma escolha constante a cada desafio. A cada dificuldade podemos escolher enxergar essas situações com o olhar da inquietação ou da paciência.
Para conseguirmos ter paciência em alguns momentos temos que exercitar essa virtude como numa academia, vencer a preguiça que muitas vezes sentimos e exercitarmos mesmo, quanto mais exercitarmos mais fácil ela irá fluir em nossas vidas.
Muitas vezes vamos desejar tê-la e não vamos conseguir afinal de contas somos humanos e não temos sangue de barata, temos sentimentos e nem sempre dá para ser totalmente racional. Porém quanto mais conseguirmos nortear nossa decisões e escolhas com paciência, mais tranqüila e harmoniosa nossa vida tende a ser. Tudo vai depender do momento em que você está vivendo. Em alguns momentos precisamos de muita paciência e em outros nem tanta, porém toda mulher que se relaciona com uma pessoa que trás um filho de um antigo relacionamento precisa de muita paciência, isso é fato!
Na minha vida como madrasta exercito minha paciência constantemente, tiveram 3 fases em que eu precisei muito mais da minha paciência. A primeira foi durante o processo final da separação (assinatura dos papeis) do meu marido com sua ex-esposa, pois tudo era novidade para nós, os sentimentos nesta fase são muito doloridos e discrepantes pois por um lado você tem seu namorado vivendo toda a carga emocional de um divorcio (que por mais que ambos queiram se separar é sempre um momento no mínimo frustrante) e por outro suas emoções de namorada apaixonada vendo seu amado se sentindo mal com toda a situação e você não podendo fazer nada, só assistindo, pois esse momento é só dele (não devemos interferir).
O segundo foi um pouco antes do meu casamento pois minha sogra teve bastante dificuldade em aceitar o segundo casamento do filho, ela nunca teve nada pessoal contra mim, mas a situação era difícil para ela. Foi ótimo levar essa situação com bastante paciência e não guardar mágoa, pois hoje nossa relação é muito boa.
O terceiro momento (esse um pouco mas extenso) foi quando minha enteada tinha entre 2 e 4 anos. A criança nesta faixa etária demanda de quem está próximo muita atenção, muita dedicação, muito amor e muitaaaaaaaaa paciência, com a criança e com todo o universo que a cerca (mãe, pai, avós, amiginhos, etc). Tivemos uma fase nesta idade em que  algumas noites que meu marido e a mãe dela estavam trabalhando e ela ficava comigo, nesta fase ela chorava muito pra dormir o que me fazia ter que ter muita paciência para acalmá-la e fazer dormir.
Na maioria das vezes quando percebo que minha paciência está acabando tendo me colocar no lugar da outra pessoa e perceber suas dificuldades, na maioria das vezes dá certo (ok, na TPM eu tenho mais dificuldade, rsss).
Muitas vezes ser paciente é anular seu ego, é entender o tempo do outro, é sair de cena quando necessário, contar até 1000 diante das provocações e folgas, enfim pra mim ser paciente é uma escolha que quando muito praticada vai se transformando numa virtude.
Algumas madrastas tem que ter doses cavalares de paciência principalmente quando encontram pela frente enteados resistentes, namorados/maridos sem pulso firme, ex mulher folgada e controladora, resistência por parte da família do namorado/marido.
Respire fundo, quantas vezes for necessário e paciência!
Beijo e até semana que vem.
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