terça-feira, 8 de março de 2016

Pensão alimentícia não é favor.

Sinceramente não consigo entender o motivo do assunto pensão alimentícia ser um assunto delicado.
Independente das circunstâncias que envolvam a concepção de uma criança, a partir do seu nascimento, esse cidadão passa a ser responsabilidade social de dois seres o pai e a mãe. Isso envolve prover alimento, moradia, estudo, roupa, saúde , etc...
Ambos, pai e mãe, são igualmente responsáveis por esse cidadão que acabaram de colocar no mundo. Pronto, simples assim.
Porém para alguns homens isso não parece natural, diante dessa realidade eles simplesmente se isentam dessa responsabilidade.
Todo mundo conhece pelo menos uma mãe que não pode contar com o pai de seus filhos e se garante sozinha.
Essa semana tinha dois rapazes conversando na minha frente no ônibus, um deles contava que havia sido convidado para trabalhar numa empresa super bacana, com registro CLT, benefícios, bom salário e ele não aceitou porque se aceitasse teria que pagar a pensão dos filhos e como autônomo ele ficava vários meses sem pagar “de boa”.
Tristemente para esse rapaz era mais importante não cumprir (sem penalidade) um dever social dele, previsto por lei, do que ter a estabilidade de um emprego numa boa empresa.
Por mais inacreditável que isso possa parecer, muitos homens pensam assim e, por conseqüência, temos uma legião de mães que sustentam seus filhos sozinhas.
Outro fator muito triste nesse tipo de postura desses pais é que, em sua grande maioria, eles se isentam também de questão sentimental, optando não só pelo abandono financeiro como também pelo abandono emocional.
Sinceramente eu teria vergonha se meu marido tivesse esse tipo de postura com relação à filha dele.
Pensão alimentícia não é favor, é uma obrigação social.
Concebeu tem que se responsabilizar, sem se vitimizar e sem mimimi!
Beijo e até o próximo post.


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